Estúdio GLB Produções e Comércio Ltda
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A obra de J.G. Vicente
Catálogo
Elza Kazuko Gushikem Luiz de Moura Castro
Ana Cecília Tavares Antonio Carlos CarrasqueiraGLÊSSE COLLET - viola GUERRA VICENTE - violoncelo
Criado em 1986, desenvolve um repertório que, apesar de incluir obras de todas as épocas e estilos, dá ênfase à música brasileira. Em maio de 1987, o QUARTETO DE BRASÍLIA, dentro do Projeto França-Brasil, apresentou-se em Paris, Toulouse e Montpelier. Na mesma ocasião, fez concertos em Gütersloch e Heidelberg, na Alemanha. Em outubro do mesmo ano, foi comissionado pela UNESCO para apresentar, em primeira audição no Brasil, o quarteto de cordas Ainsi la Nuit, de Henri Dutilleux. Em 1989 participou do programa Partners of America, tendo tocado em Baltimore e Washington DC. Em 1992, durante turnê realizada naquele país, realizou o concerto de abertura do Music Mountain Festival. Em maio de 1993 lançou o seu primeiro Compact Disc, que recebeu o VII Prêmio Sharp de música, no segmento música clássica - melhor disco, contendo as seguintes obras: Quarteto n.17 de Villa-Lobos, Quarteto Op. 106 de Dvorak e Introduction et Allegro de Maurice Ravel. Realizou, no mês de maio de 1994, uma viagem de concertos pela Argentina, Uruguai e Paraguai, patrocinada pelo Ministério das Relações Exteriores e lançou, em setembro do mesmo ano, em Brasília, o seu segundo CD, totalmente dedicado aos clássicos da MPB. Em 1995 apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, no Salón Dorado do Teatro Colón, em Buenos Aires e na cidade de Córdoba, Argentina, tendo estado presente ao XV Festival de Inverno de Londrina, na qualidade de Quarteto Residente. Nos meses de outubro e novembro do mesmo ano, realizou a sua primeira turnê pela Ásia, tendo efetuado, num período de três semanas, uma série de oito apresentações através de Japão, China e Malásia. Ainda em 95 o Quarteto recebeu o Prêmio OK de Cultura, como grupo de maior destaque em Brasília. Em janeiro de 96, realizou o concerto de abertura do Curso Internacional de Verão de Brasília e, no mês de maio, lançou o seu terceiro CD - comemorativo dos 10 anos de existência do Conjunto - , com obras de Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Carlos Gomes. Ainda nesse ano apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil e na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro; no Teatro Municipal, no SESI e no SESC Ipiranga, em São Paulo; bem como na cidade de Quito, Equador. Em 97 fez o concerto de inauguração da série de atividades do Palácio Rio Negro, em Manaus, apresentou-se no Palácio das Artes, em Belo Horizonte e no Teatro Goiânia, como parte das atividades do Encontro Nacional de Compositores. Ainda em 97, participou do II Festival de Música de Câmara da Paraíba, realizado em João Pessoa. Em 98 realizou um concerto dentro das comemorações do cinquentenário do Estado de Israel, no Salão Negro do Congresso Nacional. Apresentou-se, também, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional de Brasília, por ocasião das comemorações da Data Nacional do México. Em 1999 o Quarteto fez o lançamento do seu quarto CD, com a integral dos quartetos de Mozart para flauta e cordas, tendo, como convidado, o flautista Antônio Carlos Carrasqueira. Em 2000 apresentou-se em São Paulo, na série de concertos da Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, e lançou o seu quinto CD, comemorativo aos 500 anos do Brasil, contendo o Quinteto de Henrique Oswald (com o pianista Luiz de Moura Castro) e o Quarteto do compositor português Luiz de Freitas Branco. No mês de outubro deste mesmo ano participou do concerto inaugural do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília.
Elza é natural de Oswaldo Cruz, Estado de São Paulo. Realizou seus estudos pianísticos com os professores Menininha Lobo, em São Paulo e Jan Eikier, na Escola Superior Nacional de Música de Varsóvia, Polônia. Premiada em vários concursos de piano, fez, em 1967, sua primeira apresentação com orquestra - junto à Filarmônica de São Paulo - dirigida pelo maestro Simon Blech. De 1973 a 1997 integrou o corpo docente da UnB como professora de piano e música de câmara. Ludmila e Elza lançaram seu primeiro CD Românticos da Boêmia - GLBCD03 - em 1999.
LUIZ DE MOURA CASTROProfessor de piano na Universidade de Hartford, USA, e chefe do Departamento de Piano da Escola de Música Juan Pedro Carrero, em Barcelona, Espanha. Graduou-se na Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, e mais tarde na Academia Liszt de Budapeste, Hungria. Tocou com a Orquestra de Câmara de Lausanne, Orquestra da Rádio de Lisboa, Filarmônica de Turim, Orquestra de Bratislava, Orquestra Janacek, Sinfônica Yaroslav, Sinfônicas de Dallas, Fort Worth, Hartford e Siracusa, além de todas as principais orquestras do Brasil. Apresentou-se em recitais no Piccolo Scala de Milão; Teatro Ghione, Roma; Salle Gaveau, Paris; Palau de la Música, Barcelona; Rubinstein Hall, na Academia St. Petersburg; Metropolitan Museum, Nova York, entre outros. Sua discografia inclui mais de 20 CDs para Ensayo (Espanha), Euterpe (Suiça), L'Art (Brasil), GLB (Brasil) e Musical Heritage (Estados Unidos). Em 1998 passou a lecionar na qualidade de professor visitante, na Catholic University, Washington, DC. Em 1999, gravou os concertos de Rachmaninoff com a Orquestra da Eslovênia. A todas essas atividades, soma o trabalho de professor visitante nos seminários de música Pro Arte, no Rio de Janeiro.
ANTONIO CARLOS CARRASQUEIRA - flautista"... um artista completo..." Jornal da Tarde - São Paulo
"... a born virtuoso, he performs with grace, ease and polish..." Ottawa Journal - Ottawa
ANA CECÍLIA TAVARES"...sua interpretação do 5º Concerto
Brandenburguês de Bach foi convincente pela técnica perfeita e expressão musical,
aliando ainda grande sensibilidade e flexibilidade."
Gerald Kegelmann, Reitor da Escola Superior de Música de Heidelberg, Alemanha. Julho de
1991
"...vencedora do VI Prêmio Eldorado de
Música, seu disco solo é, em uma palavra, espetacular. ...aborda as partituras barrocas
não só com profunda convicção como igualmente explora alguns de seus muitos potenciais
de surpresa, que nem todos os executantes conseguem retirar da sombra."
J.J. de Moraes, "Jornal da Tarde", São Paulo, dezembro de 1992.
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