Estúdio GLB  Produções e Comércio Ltda
       Página inicial                  A obra de J.G. Vicente             Catálogo            


A discografia do Estúdio GLB conta com sofisticadas gravações de grupos e solistas já premiados tanto no Brasil quanto no exterior, tais como: o Quarteto de Brasília, o mais premiado quarteto de cordas do país; o pianista Luiz de Moura Castro, reconhecido pela crítica internacional como um dos maiores pianistas do mundo; o flautista Antonio Carlos Carrasqueira, um dos grandes virtuosos do seu instrumento no Brasil; a pianista Elza Kazuko Gushikem, consagrada como grande camerista; a cravista Ana Cecília Tavares, detentora do Prêmio Eldorado. Contando com encartes bilingües, os CDs do Estúdio GLB são verdadeiras obras-primas, executadas e produzidas com excelência para atender aos mais altos padrões de qualidade.

Quarteto de Brasília         Ludmila Vinecka          Cláudio Cohen          Glêsse Collet         A. Guerra Vicente

Elza Kazuko Gushikem          Luiz de Moura Castro         Ana Cecília Tavares          Antonio Carlos Carrasqueira


QUARTETO DE BRASÍLIA  Volta ao índice

LUDMILA VINECKA - I violino                 CLÁUDIO COHEN - II violino

        GLÊSSE COLLET - viola                     GUERRA VICENTE - violoncelo

Criado em 1986, desenvolve um repertório que, apesar de incluir obras de todas as épocas e estilos, dá ênfase à música brasileira. Em maio de 1987, o QUARTETO DE BRASÍLIA, dentro do Projeto França-Brasil, apresentou-se em Paris, Toulouse e Montpelier. Na mesma ocasião, fez concertos em Gütersloch e Heidelberg, na Alemanha. Em outubro do mesmo ano, foi comissionado pela UNESCO para apresentar, em primeira audição no Brasil, o quarteto de cordas Ainsi la Nuit, de Henri Dutilleux. Em 1989 participou do programa Partners of America, tendo tocado em Baltimore e Washington DC. Em 1992, durante turnê realizada naquele país, realizou o concerto de abertura do Music Mountain Festival. Em maio de 1993 lançou o seu primeiro Compact Disc, que recebeu o VII Prêmio Sharp de música, no segmento música clássica - melhor disco, contendo as seguintes obras: Quarteto n.17 de Villa-Lobos, Quarteto Op. 106 de Dvorak e Introduction et Allegro de Maurice Ravel. Realizou, no mês de maio de 1994, uma viagem de concertos pela Argentina, Uruguai e Paraguai, patrocinada pelo Ministério das Relações Exteriores e lançou, em setembro do mesmo ano, em Brasília, o seu segundo CD, totalmente dedicado aos clássicos da MPB. Em 1995 apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, no Salón Dorado do Teatro Colón, em Buenos Aires e na cidade de Córdoba, Argentina, tendo estado presente ao XV Festival de Inverno de Londrina, na qualidade de Quarteto Residente. Nos meses de outubro e novembro do mesmo ano, realizou a sua primeira turnê pela Ásia, tendo efetuado, num período de três semanas, uma série de oito apresentações através de Japão, China e Malásia. Ainda em 95 o Quarteto recebeu o Prêmio OK de Cultura, como grupo de maior destaque em Brasília. Em janeiro de 96, realizou o concerto de abertura do Curso Internacional de Verão de Brasília e, no mês de maio, lançou o seu terceiro CD - comemorativo dos 10 anos de existência do Conjunto - , com obras de Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Carlos Gomes. Ainda nesse ano apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil e na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro; no Teatro Municipal, no SESI e no SESC Ipiranga, em São Paulo; bem como na cidade de Quito, Equador. Em 97 fez o concerto de inauguração da série de atividades do Palácio Rio Negro, em Manaus, apresentou-se no Palácio das Artes, em Belo Horizonte e no Teatro Goiânia, como parte das atividades do Encontro Nacional de Compositores. Ainda em 97, participou do II Festival de Música de Câmara da Paraíba, realizado em João Pessoa. Em 98 realizou um concerto dentro das comemorações do cinquentenário do Estado de Israel, no Salão Negro do Congresso Nacional. Apresentou-se, também, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional de Brasília, por ocasião das comemorações da Data Nacional do México. Em 1999 o Quarteto fez o lançamento do seu quarto CD, com a integral dos quartetos de Mozart para flauta e cordas, tendo, como convidado, o flautista Antônio Carlos Carrasqueira. Em 2000 apresentou-se em São Paulo, na série de concertos da Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, e lançou o seu quinto CD, comemorativo aos 500 anos do Brasil, contendo o Quinteto de Henrique Oswald (com o pianista Luiz de Moura Castro) e o Quarteto do compositor português Luiz de Freitas Branco. No mês de outubro deste mesmo ano participou do concerto inaugural do Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília.

LUDMILA VINECKA   Volta ao índice

Nasceu em Praga, República Tcheca. Diplomou-se, em 1970, no Curso Superior de violino do Conservatório de Praga. Fez turnês, ainda em 1970, pela Tchecoslováquia e Polônia com o grupo Ars Cameralis, e, pela então Alemanha Oriental, como solista da Orquestra Filarmônica Jovem. Em 1971 transferiu-se para o Brasil, para integrar a Orquestra Filarmônica de São Paulo. Nos anos de 1973 e 1974 foi membro da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. De 1980 até 1987 integrou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Foi solista em concertos regidos pelos Maestros Simon Blech, H. Morelenbaum, Claudio Santoro, Elena Herrera, Emílio de Cesar, Sílvio Barbato, Benito Juarez, Johanes Hömberg e Gerard Kegelman. Em 1985, integrando o conjunto Pro Musica Köln, da Alemanha, fez extensa turnê pela América do Sul. Em 1986 integrou a orquestra do Festival Mozart de Ouro Preto. Em 1987 ganhou o concurso para spalla da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. De 1975 até 1992 foi professora de violino da Escola de Música de Brasília. Atualmente é professora de violino e música de câmara da Universidade de Brasília. É fundadora do Quarteto de Brasília, com o qual recebeu o Prêmio Sharp de Música e o Prêmio Fundação Luiz Estevão de Cultura e realizou extensas turnês pelas Américas, Europa e Ásia. Em 1997 foi novamente indicada para o Prêmio Luiz Estevão de Cultura, na qualidade de violinista do Trio de Brasília, do qual é fundadora. 

CLAUDIO COHEN  Volta ao índice

Natural de Brasília. Iniciou seus estudos musicais aos cinco anos de idade, tendo começado no violino aos oito. Estudou na Escola de Música de Brasília, sob a orientacão de Marena Salles e, posteriormente, com Cecília Guida. Participou dos Cursos Internacionais de Verão de Brasília. É membro fundador da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, onde atua como spalla. Participa intensamente da vida musical do país, seja como integrante de orquestras, como camerista ou solista. Em 1992 partcipou do concerto de abertura do CIVEBRA (Curso Internacional de Verão de Brasília). Em 1992 e 1994 foi professor de violino no Curso Internacional de Música Colonial Brasileira, em Juiz de Fora. Em 1993 foi solista da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e da Orquestra Filarmônica de Goiás. É membro do Quarteto de Brasília, com o qual tem feito turnês pelo Brasil e pelo Exterior, participando, inclusive, de importantes festivais de música, tais como: Festival de Artes de Itú, Inverno Cultural de São João del Rei, Curso Internacional de Música Colonial Brasileira de Juiz de Fora e Music Mountain Festival (USA), entre outros. Ainda como membro do Quarteto de Brasília, recebeu o prêmio Sharp - melhor disco, na categoria clássico, referente ao ano de 1993 e o Prêmio Luiz Estevão de Cultura, em 1995. 

GLÊSSE COLLET  Volta ao índice

Natural do Rio de Janeiro. Iniciou os estudos de violino na Escola de Música de Brasília, em 1968. Bacharel (violino) pela Universidade de Brasília, tendo se diplomado em 1974. Licenciada em música pela Universidade de Brasília. Aperfeiçoamento em violino - Prof. Günter Kerr - na Bahia, em 1974. Aperfeiçoamento em violino - Prof. Leon Spierer - em São Paulo, 1975. Estudou na Escola Superior de Música de Detmold (Alemanha), onde graduou-se, em 1982, na Klasse do Prof. Ernst Mayer- Schierning. Primeiro lugar (viola), no concurso para instrumentistas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, em 1982. De 1974 a 1992 foi professora de viola da Escola de Música de Brasília. Desde 1992 é professora de viola da Universidade de Brasília. Foi spalla das violas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, nos anos de 1985 e 1986. Em 1991 foi professora de viola e música de câmara, no Festival de Campos do Jordão. Em 1992 foi professora no Curso Internacional de Música Colonial Brasileira, em Juiz de Fora. Foi professora nos festivais de Londrina, em 1995 e de Brasília em 1996. É fundadora do Quarteto de Brasília, com o qual percorreu diversos países das Américas, Europa e Ásia, tendo, ainda, recebido o prêmio SHARP - melhor disco, segmento "música clássica" - referente ao ano de 1993, bem como o prêmio Luiz Estevão de 1995. Foi solista em concertos regidos por Emílio de Cesar, Sílvio Barbato e Gerald Kegelmann (Alemanha). 

GUERRA VICENTE  Volta ao índice

Nascido no Rio de Janeiro, realizou seus estudos superiores na Escola Nacional de Música, onde recebeu, em 1964 o prêmio Medalha de Ouro, aluno de Iberê Gomes Grosso. Entre 1964 e 1968 foi aluno, admitido por concurso, do Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, classe de Andre Navarra. De 1968 a 1972 foi violoncelista solista da Orquestra Sinfônica Brasileira, do Rio de Janeiro. Desde 1972 é professor de violoncelo e música de câmara da Universidade de Brasília. Em 1980 foi jurado no Concurso Internacional de Violoncelo Aldo Parisot. Como solista e como camerista realizou extensas turnês na Amérca Latina, nos Estados Unidos, Europa e Ásia. Gravou para as marcas Philips, CBS, Chantecler, Basf, Comep e RBM. Em abril de 1987 esteve representando, oficialmente, o Brasil, em Sofia (Bulgaria), durante as homenagens ao centenário de nascimento de Villa-Lobos. É cidadão honorário do Estado de Nebraska (USA). É membro fundador do Quarteto de Brasília, com o qual recebeu o Prêmio Sharp de Música - melhor disco clássico - de 1993 e o Prêmio Fundação Luiz Estevão de Cultura, referente a 1995. Em 1997 foi indicado, novamente, para o Prêmio Fundação Luiz Estevão de Cultura, como membro do Trio de Brasília, do qual é fundador. Guerra Vicente toca num violoncelo Carlo Tononi, construido em Veneza, em 1727.

ELZA KAZUKO GUSHIKEM  Volta ao índice

Elza é natural de Oswaldo Cruz, Estado de São Paulo. Realizou seus estudos pianísticos com os professores Menininha Lobo, em São Paulo e Jan Eikier, na Escola Superior Nacional de Música de Varsóvia, Polônia. Premiada em vários concursos de piano, fez, em 1967, sua primeira apresentação com orquestra - junto à Filarmônica de São Paulo - dirigida pelo maestro Simon Blech. De 1973 a 1997 integrou o corpo docente da UnB como professora de piano e música de câmara. Ludmila e Elza lançaram seu primeiro CD Românticos da Boêmia - GLBCD03 - em 1999.

LUIZ DE MOURA CASTRO  Volta ao índice

Professor de piano na Universidade de Hartford, USA, e chefe do Departamento de Piano da Escola de Música Juan Pedro Carrero, em Barcelona, Espanha. Graduou-se na Escola Nacional de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, cidade onde nasceu, e mais tarde na Academia Liszt de Budapeste, Hungria. Tocou com a Orquestra de Câmara de Lausanne, Orquestra da Rádio de Lisboa, Filarmônica de Turim, Orquestra de Bratislava, Orquestra Janacek, Sinfônica Yaroslav, Sinfônicas de Dallas, Fort Worth, Hartford e Siracusa, além de todas as principais orquestras do Brasil. Apresentou-se em recitais no Piccolo Scala de Milão; Teatro Ghione, Roma; Salle Gaveau, Paris; Palau de la Música, Barcelona; Rubinstein Hall, na Academia St. Petersburg; Metropolitan Museum, Nova York, entre outros. Sua discografia inclui mais de 20 CDs para Ensayo (Espanha), Euterpe (Suiça), L'Art (Brasil), GLB (Brasil) e Musical Heritage (Estados Unidos). Em 1998 passou a lecionar na qualidade de professor visitante, na Catholic University, Washington, DC. Em 1999, gravou os concertos de Rachmaninoff com a Orquestra da Eslovênia. A todas essas atividades, soma o trabalho de professor visitante nos seminários de música Pro Arte, no Rio de Janeiro.

ANTONIO CARLOS CARRASQUEIRA - flautista Volta ao índice

"... um artista completo..." Jornal da Tarde - São Paulo

"... a born virtuoso, he performs with grace, ease and polish..." Ottawa Journal - Ottawa

ANA CECÍLIA TAVARES  Volta ao índice

"...sua interpretação do 5º Concerto Brandenburguês de Bach foi convincente pela técnica perfeita e expressão musical, aliando ainda grande sensibilidade e flexibilidade."
Gerald Kegelmann, Reitor da Escola Superior de Música de Heidelberg, Alemanha. Julho de 1991

"...vencedora do VI Prêmio Eldorado de Música, seu disco solo é, em uma palavra, espetacular. ...aborda as partituras barrocas não só com profunda convicção como igualmente explora alguns de seus muitos potenciais de surpresa, que nem todos os executantes conseguem retirar da sombra."
J.J. de Moraes, "Jornal da Tarde", São Paulo, dezembro de 1992.

 


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